sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

“E tudo tem dois lados...”

Adaptado de Paulo Roberto Gaefke


Não tem segredo: se você esperava uma fruta e recebeu um limão, não faça cara feia, faça uma limonada. Se for esperto, colocará o suco em um litro de água e fará uma limonada. Se for bom comerciante, venderá pelo menos 10 copos de limonada e comprará mais limões. Se for romântico, dará um copo bem docinho para o seu amor. Só não vale chorar e reclamar.

Assim, na vida diária, é preciso praticar a visão dupla, ou seja, a visão que permite ao sábio (você), enxergar os dois lados da mesma situação. Vamos supor que você tem uma viagem de negócios marcada para as 14 horas em outro Estado. Você comprou passagem antecipada, saiu de casa mais de duas horas antes do embarque e mentalizou positivamente para obter o contrato da sua vida. Quando pisou na rua em direção ao aeroporto, começa uma chuva assim do nada. O céu escureceu, os ventos zuniram e os táxis sumiram. Uma hora depois você está no meio do maior engarrafamento dos últimos tempos, mas, como você saiu bem mais cedo de casa e é otimista, acredita que vai chegar á tempo no aeroporto. É, mas não deu, quando você conseguiu chegar, o avião já havia saído há mais de meia hora.

E agora? Sentar no saguão e chorar, ou ligar para mamãe e pedir colo? Brigar com Deus ou cortar o dízimo da Igreja? Você vê o seu mundo desabar. Até que ao entrar no táxi de volta para casa, ouve a terrível notícia: os passageiros do vôo tal (o seu vôo) morreram em acidente aéreo onde o avião explodiu assim que saiu do aeroporto (fato verídico).

E agora? Rir ou chorar?

Todas as situações têm dois lados, todas sem exceção. Até para a morte, podemos enxergar dois lados, um é o lado negativo, a saudade, a dor da perda, o outro é o positivo, é o reencontro do espírito com a sua verdadeira morada, ou, em alguns casos, o término de um sofrimento terrível.

Não sei porquê e nenhum filósofo explicou por quê nós, seres humanos, em 99,9% dos casos, enxergamos apenas um dos lados, e normalmente, o lado trágico das coisas.
Como adoramos uma tragédia, e se é com a gente, que seja a maior tragédia, afinal de contas, nem eu e nem você somos pessoas de "tragédinhas", nós pensamos "alto", nós somos "the best" (ou as bestas), que pegamos a nossa dor e transformamos em um verdadeiro tormento.

Fala sério, você já não se pegou fazendo drama barato só para chamar atenção de alguém, tipo aquelas chantagens sem graça só para fazer um charminho? Até aí, tudo bem, mas quando transformamos essa angústia em dor profunda, e não enxergamos uma saída, o caso fica muito sério e pode terminar em muito sofrimento para todos os envolvidos.

Por isso, pare de sofrer antecipadamente, e procure olhar de fora para o problema. Um lado você já conhece, o lado da dor, então é hora de pensar nas outras possibilidades. Não entre nessa de dizer que não tem saída, isso é uma desculpa do nosso interior derrotado, aquele interior que "gosta do sofrimento" (Todo mundo tem um "eu" masoquista).

Tenho certeza que você vai se surpreender com as possibilidades que vai encontrar. dependendo do problema que te aflige, poderá encontrar uma saída tão fácil, mas tão fácil que você vai pensar: "Como é que eu não pensei nisso antes...". É assim, a vida fecha uma porta, Deus abre uma porteira, mas depende da sua vontade de ir buscar essa saída.
Que tal começar agora?

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

O NOSSO FUTURO DEPENDE DE NÓS

O futuro de qualquer organização ou profissão, não é mais sensível a qualquer tipo de previsão. Nenhum futuro pode ser previsto. Todo futuro depende daquilo que investimos nele hoje.
Futuro não tem previsão, ele acontece em paralelo ao que investimos em sua construção. Caso você não construa seu destino, com certeza terá que viver com o destino que o mundo lhe oferecer e nem sempre será de seu agrado.
Aqui você terá 11 dicas para investir e construir seu futuro:
    1) Todos temos algo para vender - Estar num universo em movimento requer muita habilidade em se fazer notar por alguma razão, tanto no campo profissional como no pessoal. Exemplos: Quando se busca uma namorada, temos de convencê-la que somos seu par ideal; Quando buscamos um novo emprego, oferecer nossa capacidade de realizar algo que possa ser útil para empresa; Quando queremos que uma idéia seja aceita, temos de encontrar meios para vendê-la e convencer as pessoas de seu valor; Quando sorrimos, estamos vendendo nossa alegria, quando estamos entusiasmados, estamos vendendo nossa crença em algo.
Estamos sempre vendendo. Se todos temos algo para vender é necessário conhecer como funciona a energia da venda. Nos dias atuais, as pessoas não sabem vender, apenas auxiliam na compra, apenas concretizam algo que já está decidido.
2)      O que vale é bola na rede - A diferença entre um sonho e um objetivo, está na vontade de querer fazer acontecer, está na maneira com a qual o resultado se apresenta.
Vale ter atitudes que possam gerar um bom resultado, longe de procedimentos que apenas dêem glória momentânea e coloquem mais tarde numa posição de perdedor da partida.
      Fazer tudo que precisa ser feito. Quando traçamos uma meta, temos que ter ao nosso lado um plano e segui-lo passo a passo, fazendo o necessário para ir em frente, deixando de lado vontades e desejos pessoais que possam nos atrasar e afastar de um resultado positivo. Fortalecer nossos pontos fortes e esquecer nossos pontos fracos somos bons em duas coisas e menos competentes em todas as outras.
Reconhecer onde nosso desempenho é melhor e trabalhar neste caminho, nós poderemos dar muito menos chute que nosso adversário, mas até o final do jogo nosso único chute marcará um gol.
      3) Ficar longe de notícias coletivas - Não ocupemos nossa mente com a avalanche de notícias que são jogadas todos os dias na mídia, elas somente trazem lucro aos seus veiculadores. Ocupar-se com textos e informações que possam acrescer algo em sua vida profissional e pessoal; ser bem informado não é conhecer a agenda de nosso presidente, mas sim saber filtrar informações transformando-as em instrumento de crescimento e desenvolvimento.
      4) Semear amizades - Quando buscamos um amigo, façamo-lo com os dois olhos, quando encontrarmos, vejamo-lo com um olho só. Todos temos defeitos. Façamos um círculo de relacionamentos com amigos e clientes, gerando cartões de aniversario, Natal, Páscoa, etc. As amizades são caminhos que quando não trilhados, são tomados por ervas daninhas. O futuro é onde vamos passar a maior parte de seu tempo, não façamos isto na solidão.
      5) Não basta querer vencer - temos que nos preparar para vencer. As oportunidades somente acontecem quando o acaso encontra o preparo. Façamos uma lista de tudo que é necessário saber para atingir nossas metas, executemos-as. A melhor maneira de aprender é ensinando e praticando. As oportunidades são ventos que somente carregam as pessoas preparadas.
      6) Não nos rendamos aos modismos - Criemos nosso próprio estilo de administração e gestão, não andemos no rebanho. Quando cedemos a qualquer modismo, mesmo nas roupas, estamos perdendo nossa identidade, nossa criatividade e sendo iguais.
      7) Globalização não existe - O mundo não está globalizado, ele está "Tecnologizado". Estamos vivendo um momento de velocidade da informação, isto não é globalização. O comércio cibernético não é apenas a criação de novos negócios, é também o nascimento de uma nova cultura de consumo, uma verdadeira economia self-service. Não foram as fronteiras que caíram, as informações é que evoluíram em velocidade e quantidade. A única coisa que pode nos tirar do mercado é a nossa desinformação.
      8) Não fiquemos obsoletos - temos que se superar diariamente, antes que outros o façam. Quando se demora muito para tornar um produto obsoleto, os próprios concorrentes se encarregam disto. Criatividade em movimento é a grande aliada de todas as pessoas e organizações empreendedoras.
Nossa mente tem mais efeito criando do que pensando. Adversidades fazem parte do processo de mudanças políticas, sociais e econômicas do mundo, e são as sementes da criatividade, pois terminam por gerar a necessidade, que segundo dito popular: "é a mãe das invenções".
Tornemos-nos uma novidade diária, sempre com novas sugestões, novas atitudes, não somente na vida profissional, mas também na vida emocional. Não demos para nosso amor um maço de flores todos os dias, demos apenas uma flor diferente todos os dias e sejamos sempre uma caixa de surpresas.
      9) Exploremos nossas qualidades - Façamos uma lista de nossas qualidades. Muitos de nós talvez, nem sabemos direito em que somos bons, vivemos como se fossemos uma generalidade ambulante, cheia de vontade de realizar algo, mas sem nenhum empenho sério com sua vontade.
Não é porque temos pernas, que sabemos dançar. Pensar que se tem qualidades, não é viabilizá-las em nosso benefício. Quem não explora suas qualidades, termina por implementar incompetência, que hoje tem perna curta e corre rápido, causando muitos estragos. Reconheçamos as regras do jogo, não ponhamos chuteira para disputar uma partida de Boliche.
Descubramos nossas reais aptidões, procuremos investir nelas diariamente, até poder fazer delas nosso trabalho. Pessoas de sucesso são aquelas que transformaram suas qualidades em gerador de lucro, passaram a cobrar por aquilo que faziam por prazer.
      10) Pontos comuns entre as pessoas - todas querem: ter fé num Deus - ser feliz - ser saudável - razoavelmente prósperas - ter segurança - ter amigos - paz de espírito - bons relacionamentos - esperança de um futuro melhor.     Se desejamos resultados diferentes em nossas vidas, temos que fazer coisas diferentes para mudar o resultado.
      11) Assustemos o medo - Coragem não é ausência de medo, é ir em frente apesar do medo. Todos sentimos medo de algo, afinal o medo é uma emoção que nos domina, quando não temos o controle de uma situação ou mesmo o conhecimento de seu desfecho, é uma ausência de informação relacionada a uma determinada ocorrência.     
Toda vez que tivermos medo de alguma situação, procuremos conhecê-la melhor, procuremos saber tudo sobre ela. É conhecendo o inimigo que podemos derrotá-lo. Assim, logo perceberemos que o medo é fruto de nossa falta de conhecimento de um determinado fato.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O Poder das PALAVRAS

"Sem conhecer a força das palavras, é impossível conhecer as pessoas" Confúcio




Você já pensou sobre a força das palavras? Na força negativa e positiva? Sim, afinal, as palavras podem libertar e oprimir, alegrar e entristecer, fazer viver e fazer morrer, aliviar e angustiar, rir e chorar, incentivar e esmorecer, amar e odiar e assim tantas coisas mais.

Estava pensando sobre estas coisas e, coincidentemente, encontrei um texto da escritora Lya Luft. Ela, entre outras coisas, afirma que a palavra faz parte da nossa essência: com ela, nos acercamos do outro, nos entregamos ou nos negamos, apaziguamos, ferimos e matamos. Com a palavra, liquidamos negócios, amores.

Uma palavra confere o nome ao filho que nasce e ao navio que transportará vidas ou armas. “Vá”, “Venha”, “Fique”, “Eu vou”, “Eu não sei”, “Eu quero, mas não posso”, “Eu não sou capaz”, “Sim, eu mereço” - dessa forma, marcamos as nossas escolhas. Viemos ao mundo para dar nomes às coisas: dessa forma nos tornamos senhores delas ou servos de quem as batizar antes de nós.

Palavras podem ofender mais do que a realidade:

Você aquela vez disse que eu...
De jeito nenhum, eu jamais imaginei, nem de longe, dizer uma coisa dessas...
Mas você disse...
Nunca! Tenho certeza absoluta!
Vivemos nesses enganos, nesses desencontros, nesse desperdício de felicidade e afeto.

O MODO DE DIZER

Além do conteúdo das palavras, existe a forma de como elas são ditas. Muitas vezes queremos falar uma coisa, mas a forma ou a nossa expressão acaba nos traindo. Outro dia uma amiga me dizia que a funcionária dela se ofendeu porque pediu a ela que fizesse tal coisa. Fui falar com a funcionária e ela foi muito humilde na resposta: - Não sei porque ela foi tão arrogante ao me pedir uma coisa tão simples
Você percebeu como ocorre o diálogo? Por que as palavras bonitas não bastam? Qual foi o ingrediente que colocou força nas palavras? Qual foi o segredo da boa comunicação, o número de palavras? Com certeza, não! Um dos segredos do saber falar é falar com a vida, com paixão, com os olhos, com os gestos, com o silêncio, com a alma.

Quantas vezes você já escutou pessoas falarem: - É, falou bonito, mas falou sem vida. Ou: - Façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço. Infelizmente, esta é a realidade de grande parte das palavras que nós ouvimos diariamente.

O MOMENTO CERTO

É importante prestar atenção e ter “presença de espírito” para sabermos falar a palavra certa no momento certo e do modo certo. Muitos casais falam besteiras em momentos de raiva e acabam dificultando ainda mais o relacionamento.

Há ainda outra situação: quando a palavra mais forte é o silêncio. Quantas vezes falamos demais, falamos besteiras, falamos o que não sabemos, falamos para a pessoa errada, no momento errado e da forma errada. Com absoluta certeza, escutar e silenciar são artes que precisamos aprender e exercitar.

No entanto, nem sempre podemos silenciar. Existem momentos em que a nossa palavra é importante.

AS PALAVRAS NO RELACIONAMENTO

Quando duas pessoas se amam, qualquer mínimo detalhe é importante para o outro. No amor, as coisas mais simples são as mais importantes, e uma das coisas mais simples é a amizade. Amar significa ser amigos íntimos. Um namoro ou casamento sem amizade não é namoro ou casamento. É uma convivência entre dois seres estranhos para ir administrando a vida.

Maria Helena Matarazzo, escritora, afirma que conversar gostoso sobre as coisas do dia-a-dia é fundamental no relacionamento. Falar sobre o que você fez hoje, o telefonema da sua mãe, a política, o trabalho, os acontecimentos diários faz parte de um bom relacionamento.

Também é bom conversar com o companheiro sobre aquilo que a gente não fala para mais ninguém: nossos ataques de fúria, nossos medos. Isso permite que cada um vá descobrindo o outro e se descobrindo. Nesse momento, o mais importante não são as coisas práticas, mas o que sentimos ou vivenciamos. São essas trocas que aprofundam o amor.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Recomeçar Sempre...

Precisamos caminhar com segurança e sem embaraços, guardando em nosso arquivo confidencial o supremo dom da vida, abdicando da tormentosa coleira que nos prende aos valores do sofrimento estéril, pensando sempre no melhor e plantando as sementes da afetividade.
A Felicidade está dento de nós. E nada nesta vida é eterno, no entanto, é sábio fazermos bom uso daquilo que temos e que em muitas oportunidades nos custou lágrimas amargas. Estamos diante da vida tentando juntar nossos fragmentos, ao mesmo tempo em que carregamos a crença das impossibilidades. É um fardo pesado, e somente pelo Amor sairemos vitoriosos. O Amor é o sentimento mais poderoso, portanto comecemos nossa jornada voando nas asas de seu poder. Ninguém pode amar por nós, e todos que conhecermos a essência do Amor possuiremos a chave da liberdade, que nos proporcionará conhecer nossa verdadeira identidade.
            Encontramos pela vida centenas de pessoas carentes de amor, que às vezes são as, mas difíceis de serem amadas, no entanto, não podemos simplesmente deixá-las, mas devemos compreender que são as que mais precisam de amor. Pois o Amor nos ensina a sabedoria e nos incentiva também a lutar pelos bem que o tempo não corrói.
Amar e viver, tempos verbais que devem ser conjugados sempre no presente. Pois, os que nos lembram tempos remotos, por exemplo,... quando amávamos e vivíamos..., nos permitem viver apenas de lembranças. Devemos deixar passar o passado que não deu certo, pois suas lembranças em momentos difíceis não contribuem para a felicidade. E que vive de passado é museu. Temos de ter como objetivo principal o dia de hoje, e não as coisas que estão fora do nosso alcance. Nem passado nem futuro com ansiedade, somente o hoje bem vivido.
Poderemos viver docemente, a partir do momento em que, deixarmos para trás nossas pretensões egoístas de seguir a trágica procissão do individualismo.
Viver em agonia incessante, nos faz contabilizar perdas. As emoções negativas criam doenças e nossos órgãos não nos perdoam pela agressão. É bom comerçarmos a viver antes que nosso tempo termine.
A ansiedade nos torna impulsivos e com isto dificultamos as coisas simples.
A vida sempre acontece no presente, através da formação consciente dos pensamentos e atitudes que viabilizam a felicidade. Logenvidade sem qualidade é típico dos que alongam o sofrimento. E perseverando no lugar errado, ficamos esperando um milagre que só pode acontecer a partir de nós mesmos.
A varinha de condão não existe, a grande magia está concentrada no modo como cada um de nós enfrentamos nossos reveses e pelas novas oportunidades que criamos a cada momento. É importante reconhecermos nossas falhas, mas mais salutar é aprender com elas para que não se tornem reincidentes e definitivas.
O comportamento que definirmos na conduta de nossas vidas definirá o que obteremos como resultado.  Façamos nossas escolhas.
Aprendamos a compreender o que estamos fazendo com tudo o que aprendemos e o que faremos com os novos aprendizados.
Procuremos ser felizes ainda hoje porque não sabemos o dia de amanhã.
Não podemos viver somente de conceitos.  Viver é renascer e recomeçar sempre que necessário, visando a suplantar as metas e consolidar nossos ideais de conquistas pessoais.
A vida é o tempo. Se não fizermos bom uso de suas horas, os dias, os meses, anos e séculos de nada servirão.
A vida é muito mais de que os padrões de comportamento que a sociedade nos impõe. as regras nos servem como condução, mas não definem quem somos.
O mundo está mudando sua roupagem, e nós, como parte dele, devemos abortar a indulgencia dos conflitos existenciais que insistem em transformar em miseráveis expectativas uma mudança de ordem qualitativa.
A vida não pode ser sufocada por uma derrota temporária. Não atrasemos nosso progresso com medo de fracassar. É sempre preferível cometer erros e corrigir-los a permanecer parados para evitá-los. 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Há Caminhos a percorrer em busca da FELICIDADE???

                        Sim.
                                   São simples.
                                                           E só depende de nós, conhecê-los e aplicá-los!

“Às vezes, podemos nos sentir como uma folha arrastada pelo vento ao longo de uma rua suja, ou como um grão de areia preso num único lugar. Mas ninguém disse que a vida era uma coisa calma e ordenada: não é. Nós não somos uma folha esfarrapada, nem um grão de areia: nós podemos, em maior ou menor grau, desenhar o nosso mapa e segui-lo. L. Ron Hubbard.

            A Felicidade baseada no senso comum é:

1.      Cuidar de nós mesmos, de nossa saúde e aparência;
2.      Controlarmos nossas ânsias;
3.      Não sermos promíscuos;
4.      Amar e ajudar as crianças – a civilização de amanhã. O caminho para a felicidade tem no percurso o amor e a ajuda às crianças, desde o berço até o começo da idade adulta.
5.      Honrar e ajudar nossos pais. Esse caminho inclui também ter uma boa relação com nossos pais ou responsáveis.
6.      Dar bons exemplos. Pois, somos capazes de influenciar muita gente.
7.      Viver com a verdade.
8.      Não cometer assassinatos. Incluindo, família, amigos e a nós mesmos.
9.      Não praticar atos ilegais. A ignorância não é desculpa para se transgredir a lei.
10.   Apoiar um governo planejado e administrado para o povo como um todo.
11.  Não prejudique pessoas de boa vontade. Apóie-as.
12.  Proteger e melhorar o nosso próprio ambiente. E preservar o meio-ambiente, leito sobre o qual podemos viajar.
13.  Não roubar. Ninguém é feliz percorrendo com bens roubados.
14.  Ser digno de confiança. A confiança mútua é a base mais firme das relações humanas. Sem ela a estrutura cai por terra. Mantenha a palavra dada.
15.  Cumprir com nossas obrigações.
16.  Ser diligente no trabalho.
17.  Ser competente.
18.  Olhar. E ver o que nós mesmos vemos não o que alguém diz que nós vemos. Aprender. Praticar. Percorrer o caminho com companheiros competentes.
19.  Respeitar as crenças religiosas dos outros. A tolerância é uma boa pedra angular sobre a qual construímos nossas relações humanas. A “fé” e a “crença” podem ser coisas completamente diferentes.
20.  Não fazer aos outros aquilo que não gostaríamos que nos fizessem. A conhecida “Regra de Ouro”. Frear de cometer atos prejudiciais.
21.  Tratar os outros como que gostaríamos de ser tratados. Sendo virtuosos. Tratemo-los com justiça, lealdade, espírito esportivo, correção, honestidade, amabilidade, consideração, compaixão, autocontrole, tolerância, disposição para perdoar, benevolência, confiança, respeito, cortesia, dignidade, admiração, amizade, amor e tudo isso com integridade.
22.  Florescer e prosperar. Se as nossas metas na vida valem à pena, chegaremos à vitória.
A felicidade reside num envolvimento em atividades que valham à pena. E somos nós que podemos dizer com toda a certeza, aquilo que nos fará feliz.
A felicidade é as margens de uma estrada, e somente nós podemos dizer para onde essa estrada vai, visto que cada um de nós fixa nossas metas para o momento, para o relacionamento ou para determinada fase da vida. Existe sempre um ponto na estrada a partir de onde podemos traçar um novo caminho. E tentar segui-lo. Não existe uma única pessoa viva que não possa começar de novo.
Talvez, pessoas possam zombar de outras e procurar, por vários meios, empurrá-las para fora da estrada e tentar levá-las de várias formas, a uma vida imoral, com o intuito de atingir nossos objetivos pessoais e, se lhe dermos ouvidos, acabaremos em tragédia e tristeza.
Claro que poderemos ter perdas ocasionais, mas deveríamos simplesmente aprender com essas perdas e seguir adiante.
Quem disse que a estrada não tem buracos?
Mas ainda assim podemos percorrê-la. Portanto, podemos cair, mas podemos levantar e seguir em frente.
Sigamos por essa estrada e seremos suficientemente livres para descobrir o que é a verdadeira FELICIDADE.
O caminho para a felicidade é uma estrada de alta velocidade para aqueles que sabem onde estão as margens. Somos o motorista.
Boa viagem!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O Jogo da Vida: trabalho, preocupação, capacidade e segurança.

 “Um mundo onde a máquina domina faz do Homem um dente numa engrenagem”

No mundo do nosso trabalho há a incerteza. E o nosso objetivo é a segurança. E esta busca por segurança é uma busca por estabilidade e paz. Sim. Trabalho e segurança são partes da nossa vida.
            Por exemplo, nossa vida é sete décimos trabalho, um décimo família, um décimo política e um décimo descanso – fato, que podemos encontrar por todo o lado. Se nos depararmos com alguém sem ganho salarial, este estará em péssima condição mental.
Preocupações com a segurança, com o valor, com ser capaz de fazer as coisas para os outros em nossa vida são as principais preocupações da nossa existência. Certo, a segurança no trabalho é importante, mas a própria segurança é uma compreensão. Se sabemos, estamos seguros, então, a insegurança existe na ausência do conhecimento, e a sorte é um acaso.
As coisas deixadas à sorte têm menos probabilidades de serem resolvidas. A sorte é a esperança de que alguma causalidade descontrolada possa nos levar ao sucesso. Contar com a sorte é muitas vezes um abandono de controle.
Trabalhar significa participar nas atividades da nossa sociedade. Quando nos é negado é como se fossemos rejeitados por ela. Nossa vida então é basicamente uma coisa criada, uma verdadeira confusão, sendo o dado para esta confusão o trabalho e o trabalho o dado para o propósito. A vida é uma competição para sobrevivência e o segredo de nossa eficiência está no controle, por exemplo, um executivo controla mentes, corpos e o estabelecimento de comunicações, matérias-primas e produtos, e o trabalhador controla as ferramentas que estão ao seu alcance.  Em outras palavras, ou nós controlamos uma determinada coisa ou não a controlamos.
Um ciclo de ação é começar, mudar e parar. Isto paralelo a nosso próprio ciclo de vida. Este é o segredo para desenvolver um bom trabalho e o próprio controle.
            Mas nossa vida é como um jogo e como tal não há controle de tudo. E os elementos de nossa vida são os elementos desse jogo, como: qualquer trabalho é um jogo – constituído de liberdade, barreiras e propósitos. Conseqüentemente esse jogo é formado por indivíduos e equipes. Equipes que jogam contra equipes e indivíduos que jogam contra indivíduos. E quando não se permite que um indivíduo seja completamente parte da equipe, este é capaz de escolher outros membros da equipe como seus oponentes. Por isso nosso lema é: “tem que haver um jogo.”
            E como num jogo, devemos saber o limite a ser controlado e manter o interesse pela vida. Interesse despertado principalmente pelo imprevisível. E se o controle é importante o descontrole é ainda mais, parece estranho dizer isso, mas é bem verdade que o descontrole deve estar sob controle. Pois, se não conseguirmos deixar certas partes do mundo sem controle, cairemos rapidamente e nos tornaremos infelizes, duvidando de nossa capacidade de controlar e perderemos a capacidade para controlar qualquer coisa. E nosso oponente tem de ser um fator descontrolado, caso contrário, como num jogo, saberíamos exatamente como o jogo se desenrolaria e como acabaria. E isso não seria jogo nenhum.
Devemos trabalhar com a “mente reativa” e não com a “mente analítica”, como geralmente fizemos. Pois todo o sentimento de autoconfiança e competência provém, da capacidade que cada um de nós pó para controlar ou deixar sem controle as várias coisas e pessoas à nossa volta.
Devemos fazer o nosso trabalho no tempo presente e não continuar trabalhando em antigos momentos de ferimento.
Devemos ter conosco três fatores de elevada importância ao lidarmos com a vida: Afinidade, Realidade, e Comunicação. Estes três termos dependem uns dos outros. Por exemplo: tem de haver uma boa afinidade entre duas pessoas, antes que elas sejam muito reais uma para a outra, antes que elas possam conversar uma com a outra com alguma verdade ou confiança. Antes que duas pessoas possa ser reais uma para a outra, deve haver alguma comunicação entre elas. E antes que duas pessoas possam sentir alguma afinidade pela outra, elas têm, de ser reais.
            Na verdade, para ser bem sucedido, os ingredientes são a formação e a experiência no assunto a ser tratado, boa inteligência e capacidade geral, uma capacidade de afinidade elevada, uma tolerância da realidade e a capacidade para se comunicar e receber idéias.
Portanto, um trabalhador não é só um trabalhador. Um operário não é só um operário. Um escriturário não é só um escriturário. Estes são pilares importantes que vivem, respiram e sobre os quais assenta toda a estrutura da nossa civilização. Estes não são dentes nas engrenagens de uma máquina poderosa. São a própria máquina.